E a maré fica boa por lado da Sony de novo. Algumas pessoas de um site alemão chamado Computer Base disseram que, ao testar a nova versão do PlayStation 3, perceberam que ele é mais silencioso, não esquenta tanto e gasta menos energia do que os PS3 anteriores.
Cá pra nós, é uma preparação para a versão Slim do console, que eu acredito que venha em 2009 (puro chutômetro). É fato que ela vai existir, para mim; creio que a Sony tarda, mas não falha. É uma boa notícia, apesar de tudo. Para lê-la é só clicar aqui.

Será que a Harmonix também está preocupada com o que vai ser de Rock Band e seu salgado preço? Parece que sim, porque anunciou que já está pensando em uma nova franquia de games musicais que não precisará de um instrumento a ser comprado, o que daria a ela grande chance de popularizá-la. Meu marido chuta que será algo relativo ao Wii…
Mais informações serão postadas aqui em breve. =]
E eu quero que ele tenha uma morte dolorida só por esnobar. O: )
Um pouco menos de dor pra esse que tem três, mas ainda assim muita! ; )
Pergunte quantos eu tenho, pergunte!

Um link bem bacana vindo diretamente do Oitobits: as tattoos mais feias de videogames já encontradas. OK, algumas são beeeem escabrosas. Outras nem tanto. Mas TODAS me fizeram repensar a idéia de tatuar cogumelinhos do Mario que tanto quero!
Veja todas: The 30 Most Hideous Game Tattoos
Hoje, 15 de outubro, é dia de Blog Action Day, e o tema desta edição é meio ambiente. Como eu tardo, mas não falho, aqui está um post que não vai tratar nem do que você deve fazer nem do que não deve — isso você está careca de saber e se não faz é porque não quer. No fundo, bem no fundinho, você sabe que não é o dono do mundo e não deve desperdiçar nada nem fazer mal uso da pouca natureza que ainda resta, não é?
O assunto que vai ser tratado é como esse tipo de ação começa a chamar a atenção do mercado de videogames. O exemplo que eu vou citar é um dos muitos que estão, espero, por vir: chama-se SimCity Sociedades.
Como em todo SimCity, você vai poder criar e gerenciar TODOS os atributos de uma cidade (quem conhece a série sabe que a EA capricha). O que isso interfere no Blog Action Day? Simples: você poderá ou não se preocupar com a natureza enquanto balanceia atributos para a sua cidade, que são conhecimento, criatividade, espiritualidade, obediência, prosperidade e motivação. Com isso, um local limpo e bem cuidado deixará seus moradores vivendo diferente de uma cidade suja. Ainda não se sabe exatamente de que maneira, mas o jogo deixará você escolher se quer evitar o efeito estufa e o CO2, modificando as conseqüências de acordo com sua escolha.
Mas não pense que vai ser obrigatório fazer tudo certinho. O jogo apenas vai mostrar quais são as opções e você escolhe e, logo, arca com os custos de uma escolha boa para a natureza, que certamente é mais cara do que uma determinada técnica que acaba com os recursos do local. Além disso, você será avisado se a sua cidade correr risco de se tornar inabitável e então poderá tomar as devidas precauções.
O jogo sai dia 15 de novembro, e aí poderemos ver se essa mecânica toda criada pela EA vai funcionar como prometido. E como nesta vida nenhum alarme vai soar quando a Terra estiver em ponto de “ir para a vala”, faça sua parte. Eu faço a minha. : )
Up: Brainstorm#9 também escolheu esse jogo para tratar no Blog Action Day.
Nada de baixas espetaculares de valor vão acontecer com o meu querido console Wii (que me decepcionou com o lance do “casaquinho”, mas beleza). Deve ser porque eles não jogaram o preço lá no alto quando do lançamento pra compensar os gastos na produção, não é, Microsoft e Sony? Estamos de olho…

Mais uma da série “haja grana, especialmente morando aqui no Brasil”. O pacote que será vendido este ano do tão aguardado e possível desbancador de Guitar Hero Rock Band só estará disponível completo, ou seja, todos os itens da banda têm de vir juntos.
Estratégia de marketing para o Natal ou burrice e falta de preparo com a vinda das festas de fim de ano, você decide. Pra ser MEU de fato esse jogo está muito longe; só esperando chegar pra teste na editora. Mas devo confessar que a minha expectativa é bem grande, mesmo não tendo condições (por enquanto).
Só pra lembrar: são US$ 170, e vai saber a quanto vai chegar por aqui.

O WiiFit é uma coisa linda de Deus. Eu pessoalmente não esperava que um jogo para medir o peso e fazer exercícios fosse criado para um videogame — Solange Frazão que me perdoe, mas essas coisas sempre foram chatas e esquisitas demais para estarem juntas de tanta diversão (vide Yourself!Fitness, exergame freak total para PC e PS2).
Seguindo essa linha de raciocínio, não entendi nada a Nintendo fazer o board que acompanha o jogo, aquela peça em que você sobe pra fazer os movimentos, com limite de peso. Somente 300 libras serão agüentadas, ou seja, só quem pesa menos de 136 quilos pode usar o brinquedo — isso na versão japonesa.
Conheço umas cinco pessoas com mais de 136 quilos que adorariam perder peso usando o WiiFit. Imagina nesse mundão afora quantas não devem existir, ainda mais nos EUA? O que vai ser do Gordinho, do Video Games Live? Será que a Nintendo pensa que nem as famosas marcas de roupas, que não lançam números maiores de sua coleção para não “denegrir” a sua imagem ao ver gordinhos vestidos com elas nas ruas? Será?

A queridinha dos arcades parece que vem com tudo no Play 3, no ano que vem. No GameDaily BIZ, o presidente Haruhiro Tsujimoto disse que a Capcom pretende focar na nova geração, mas que versões para PS2 também serão lançadas para obter mais lucro (sic), já que essa plataforma domina muldialmente.
Isso é bom, muito bom para o mercado de games, especialmente de revistas. E algo me diz que isso influencia o fim da PSWorld e o começo da nova publicação da Digerati.
O jogo dos Simpsons começa me alegrando pelo fato de não terem adiantado a produção pra bater com a data do cinema — isso sempre dá cocozinho. Mas o que me dá vontade de ver como vai ser, além obviamente do enredo e da jogabilidade, são as fases de paródia de games, como Medal of Homer e Grand Theft Scratchy - Blood Island, cujos vídeos estão logo aí:
As minhas expectativas são bem grandes, inclusive quanto a Sitar Hero — imagina o Apu se virando nos 30? Apesar de a Rockstar ter gostado da paródia com seu GTA, parece que a opinião pública está meio dividida. E você, o que acha?

Quem dera todo hype gerasse US$ 300 mi, não é? O pessoal da Bungie e da Microsoft, que está envolvido em algumas “pendengas rumorísticas”, deve esquecer esse boato e partir pra comemoração, ainda mais com os números que vem a seguir, parte de um press release divulgado ontem, que está no blog do Major Nelson:
Que beleza. Um grande e merecido passo para uma empresa que olha para o Brasil (nem que seja de canto de olho).
PS: O Master Chief de armadura cor-de-rosa ficou chiquérrimo (não venha me dizer que ele é Red, não. Ele é muito rosa, mas não deixa de ser macho. =D).
UPDATE: A Bungie é independente, já.
É só dar uma olhadinha no vídeo abaixo, de um campeonato de Wii Bowling para a melhor idade, pra ver como eles se concentram. Tá, é até seriedade demais, mas velhinhos e crianças jogando Wii me fascinam. ; )

Deu no UOL Jogos: as mulheres que jogam aproximam seu raciocínio espacial com o dos homens, que já nascem mais “preparados” para pensar desse jeito (o videogame os ajuda a melhorar, mas nas mulheres é tanto que elas se equiparam a eles). Como diz o Henrique de Breia, editor da X360 e amigo, tá na cara que quem joga videogame é MUITO mais inteligente. : P
Isso é bem possível, visto que de longe o Wiek manda melhor de espaço do que eu — em FPS por exemplo dá pra ver como eu sou mais lerdona. Segundo esses pesquisadores, um dia eu chego lá. : )

Eu definitivamente gosto da Nintendo. Tudo bem que várias pessoas “delicadas” se feriram com aquela strap malfeita que prende o controle à alça que vai em volta da mão, mas fizeram o recall bonitinho e talz. Continuo gostando deles – o Wii tá ajudando até quem sofreu AVC a se recuperar, afinal.
Agora, uma linda e resistente capinha de silicone (ou“casaquinho”, by CrisDias) para Wiimote vai ser distribuída para as pessoas que têm um Wii. Eu tenho um Wii, um monte de gente que eu conheço tem, mas não vamos receber. Sabe por quê? Porque moramos no Brasil.
Mandei um e-mail ao contato da Latamel, empresa que emprestou o Wii para a PSWorld quando de seu lançamento e que dá suporte aqui no Brasil. A pergunta, obviamente, foi a mais simples possível: “Gostaria de saber se haverá alguma maneira de os brasileiros requisitarem a capa de silicone que a Nintendo está distribuindo gratuitamente para os donos de Wii em todo o mundo”. A resposta é que eles ainda não têm informações sobre isso.
A verdade é que eu não acredito que isso vá acontecer – e espero queimar a minha língua.
A Latamel ter um representante no Brasil é uma grande coisa. A Microsoft lançar seu console e jogos aqui, seja por qualquer preço e sob quaisquer condições, é uma enorme coisa. Mas que falta uma globalização no trato das empresas com os consumidores é fato — não importa o que me disserem, vou continuar querendo meu “casaquinho” de silicone para Wiimote.

Desde que pensei em ter um Wii cogito como seria bom um The Sims na plataforma. Eu me empolgo mesmo com o Wii, adoro, mas depois de jogar MySims eu tive certeza: The Sims é coisa de PC. Não tem jeito, é coisa de PC.
Na primeira meia hora de jogo é aquela coisa bem Simística: você aprende como controlar o boneco, personaliza-o, constrói sua casa. Mas começam os problemas: as opções de customização são poucas, bem poucas. Pra variar, o cabelo é a coisa que mais me irrita: nunca, NUNCA tem cabelo enrolado. =/
Depois, construir as casas não é uma tarefa divertida. Os blocos nem sempre se encaixam como deveriam, e os controles não são nada precisos. Outra coisa, você tem que montar móveis pra Deus e o mundo no jogo. TODA HORA. É chato demais… A repetitividade é péssima, e a montagem dos móveis (com as peças certas indicadas em verde) me fez me sentir uma idiota, que não sabe nem montar uma peça a partir de um modelo.
As coisas boas? Os gráficos são muito ruins, mas o design dos personagens é muito cativante. Eles são muito bonitinhos!!! Vê-los meditando, brincando na fonte, conversando com um fantasma, usando no chão um detector de Essences… Dá gosto. Aliás, as Essences são legais – com elas você pode tematizar a pintura para cada personagem.
É uma pena que o jogo seja só pegar as pessoas no hotel, construir uma casa para elas, mudá-las para a cidade e então ver suas estrelas aumentando. Depois disso, nada – contente-se em manter seu personagem sendo bom para a cidade. É muito melhor pegar seu DS e se divertir, mas opte por Animal Crossing, que é muito mais divertido.
Em tempo: a Lia, do Just Lia, também acha. : )

Como bem lembrou há pouco o cesaraovivo via Twitter, hoje o Atari faz 30 anos. E pensar que eu posso ter pego o gosto pelo videogame por causa desse brinquedinho, que era do meu tio… Parabéns, Atari. Eu ainda te amo. E, para alguns, você continua sendo “o melhor de todos”.
Ainda faltam algumas coisas, mas este blog começa aqui! : )