Esses dias foram de muita correria no Campus Party — jornalistas que ficavam no aquário reclamando de campuseiros brincalhões que grudaram dizeres, como “não alimente os animais”, no vidro de sua cúpula; pessoas brincando no estande do Flickr de um divertido jogo chamado Faceball, no qual ganha uma conta Pro quem acertar, a
3 metros, a cara do outro participante, e também tirando fotos engraçadas; outras gravando vídeos sobre o evento para ganhar uma camiseta do YouTube. O mais disputado no andar de cima é o estande da Telefônica, que tem duas relaxantes máquinas de descanso para as pernas e massagem relaxante – o difícil é encontrar um horário livre, mas confesso que é uma das coisas de que mais sinto falta depois de algumas horas na frente do PC.
Ficamos sabendo que o total de pessoas que estavam circulando até sexta é de 1.000. Sim, foram vendidos mais de 3.000 ingressos, mas as outras 2.000 e tantas pessoas chegaram nos dias finais do evento. Em outras palavras, a partir de sexta bombou.
Na parte de cima foi isso: o Edney do lado do Cardoso e do Nick Ellis, daqui a pouco passa a Marimoon com cara de todos-me-amam, os gameiros fazendo barulho e jogam coisas uns nos outros… Fora isso, uns e outros invadiram servidores e deixaram blogueiros sem Internet, um debate sobre a velha rixa da mídia “tradicional” com a mídia “virtual” — coisas que na realidade só importam a quem está nesse meio de blogs, ou nem a eles. Eu não me envolvo at all, so last season.
O MUITO além disso que aconteceu foram contato superbacanas, pessoas com os mesmos interesses e novidades legais, como o convite para participar do Maria Nerdeira. Se eu aceitei? Contem com minha presença por lá também. Espero ter outras novidades como essa em breve.
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