Eu: Aí ela me disse que se interessou por jogar Guitar Hero porque um amigo do marido dela duvidou que ela conseguiria ganhar dele.
Marido: É, por isso se joga: pra competir e pra divertir.
E na minha cabecinha isso ficou martelando — à la “isso merece um post“, vale dizer.
Pra mim, os jogos servem essencialmente para estas coisas (perdoem o lado da pedagoga que eu não pude esconder desta vez):
Educar: Não só porque com tudo nesta vida se aprende, mas também porque há jogos com foco cerebral, educar é uma das serventias deles. Eu sou fã e não posso deixar de citar os excelentes Brain Training 1 e 2, Big Brain Academy e suas meia dúzias de clones que eu adoro, no DS e no Wii, principalmente, já que são feitos pra melhorar nossa capacidade mental. De qualquer maneira, quem é capaz de dizer que não memorizou nada de geografia enquanto subia de posto policial em Where in the World is Carmen San Diego?
Treinar: É neste tópico que eu incluo Guitar Hero, por exemplo. Desafio qualquer lorpa que nunca tenha pegado em um videogame a jogar, diariamente, pelo menos 2 horas. Garanto que esse ser aparentemente torto e desprovido de qualidade dedal (!) vai pelo menos terminar uma música no Easy em pouco tempo. Essa finalidade de treino de muitos jogos é o que eu chamo de aprimoramento das capacidades que a gente tem, mas não desenvolve por falta de meios de praticar.
Aguçar competição: A coisa que eu mais tenho visto ultimamente são pessoas a fim de detonar seus amigos usando suas habilidades, inclusive no videogame. Puxando a sardinha pro meu lado, o sucesso dos preparativos para o Rockplay é um sinal de que amigos, amigos, videogames à parte. O “cerumano“ curte uma competição pra tudo, mesmo…
Aguçar criatividade: Eu poderia dar diversos exemplos, mas vou falar de uma categoria que eu não poderia deixar de citar: os cosplayers, essas coisas lindas de morrer, geralmente tiram suas inspirações de diversos jogos dos mais escabrosos.
Divertir: Tudo aí em cima não valeria de nada se jogar não trouxesse a necessária sensação de prazer que se tem por outros meios, mas de uma maneira única quando se joga uma obra-prima como God of War ou simplesmente um jogo despretensioso, que te livra de quaisquer pensamentos reais, como House of the Dead.
E você? Conhece outras razões pelas quais a gente gosta tanto dos jogos que eles movimentam mais grana do que os filmes no mundo todo?
Ótimo post! :))
Bom, de acordo com a minha ex professora, os games servia principalmente pra “vagabundear”.
Afinal, repetir 3 vezes a quinta série porque era viciado em Doom e Stunts é a prova cabal do quanto eles incentivam a vagabundagem :P
Pra mim é uma mistura desses 5, mas no meu caso o foco maior ainda é diversão =P
Onde mais eu poderia ser um Deus, um ás na guitarra, uma chef de cozinha, um exímio médico, dentre outros? Só nos games mesmo…
PS: lorpa foi ótima! XD
Sempre me foquei mais na diversão. Pra mim, o resto é pura consequência. xD
Mas de fato, até o inglês das pessoas fica mais apurado quando ela é gamemaníaca. A cultura, sei lá… é consequência.
Além do que vc já citou, há um outro motivo: fuga. Foi o que a Marcia falou, jogando vc pode ser qualquer coisa. Qualquer coisa que não seja vc. E diferente de qualquer outra forma de entretenimento que proporcione fuga (literatura, HQ, cinema, tv etc), o videogame é capaz de uma imersão muito maior.
oie mi. :)
de todas as finalidades de um jogo, acho que a mais interessante é treinar. pra alguns jogos, tem que ter raciocínio rápido e “habilidade dedal”. e se você não tem, acaba desenvolvendo.
fora educar, que também acho muito legal. quantas vezes eu me peguei jogando algum RPG com o dicionário ingl/port do lado…
o problema é que tem gente que ainda acredita que jogos só servem pra deseducar e tornar as crianças violentas. :/
que pena.
Tia Milena :-P
Isso aê que você disse é a mais pura verdade e ainda tem o fato de que ajuda na saúde, tanto no caso do Wii e seus jogos casuais da vida, como também no caso dos doentes que tem suas doenças amenizadas quando se divertem com videogame.
Ótimo Post Milena, :-)
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Oi Milena!
Aqui é a Rebeca, que junto com você vai ser uma das “mulheres que escrevem no NoReset”! heheheh
Passei pra dar um alô e ver teu blog, que é muito bom! =D
Adorei esse post! Pra mim os games tem todas essas serventias que você disse e educar é uma das mais importantes, só que pouco mencionada. Quem não gosta de games os acha inúteis, como se fossem uma diversão besta. Mas não procuram saber o quanto de jogos complexos e com conteúdo que existem! Várias vezes me peguei pesquisando certo período ou acontecimento histórico, porque era pano de fundo de algum game que achei o máximo! Fora o que o Catito falou num comentário acima e que é verdade, “o inglês de quem joga videogame fica mais apurado”. A gente acaba treinando a língua pra caramba, tentando entender as tramas e ouvindo/lendo os diálogos dos personagens. Enfim, videogame tem esses e muitos outros aspectos positivos. Quem fala mal devia tentar conhecer primeiro.
Vou passar a ler teu blog também, viu?!
Beijos!!! =)