1) Foi lançado em 2006. Tell me something new.
2) Deve ter caído em camelô como caem jogos de strip poker. O coitado do camelô nem deve saber o que é.
3) Graças a Deus a gente pode escolher o que jogar ou não.
Vamos parar de falar de coisa velha e ficar estarrecidos com os japas. Eles curtem jogos bizarros, vai fazer o quê?

Achei meio ridículo o negócio só ter feito barulho agora, mas a postura de “deixa pra lá” também não leva a lugar nenhum. É por isso que esse tipo de coisa continua aparecendo. Pq, no fundo, quem cala ou “deixa pra lá”, consente. E um jogo onde o único objetivo é estuprar não é “banal” ou só “coisa de japa bizarro”. É muito, muito sério. Principalmente para nós, mulheres.
Alê, eu não “deixei pra lá”. Em nenhum momento apoiei o jogo. Acho o enredo bizarro, do jeito que alguns japoneses gostam — você deve saber que eles têm outros jogos e até periféricos tão escrotos quanto Rapelay. E, cá pra nós, quem achamos que somos pra parar os japas de pensarem assim e fazerem esses games?
Só não me afeta tanto porque, primeiro, nunca vou jogar nem sequer pra conhecer. Depois, porque é um jogo. Quem jogar não vai virar estuprador nem a favor do aborto, como quem joga jogo de tiro não vira atirador.
Fora isso, a repercussão disso foi ridiculamente atrasada. No Twitter, até quem nunca pôs a mão em jogos comentou sem ter base nenhuma, só pra falar que quem joga é desocupado e tarado, como se só existisse isso.
A gente não pode esquecer que JOGO é JOGO. Nada mais. E joga quem quer.
Concordo com Milena. A concisão do post reflete exatamente a atenção que um jogo como esse merece: quase nenhuma! O jogo tá aí, ponto e passa pra próxima.
Quanto mais for falado sobre ele, mais aguçada ficará a curiosidade das pessoas, fato.
E, como disse Milena: joga quem quer. Ponto de novo.
Acho que deveriam dar esse jogo na mão do Gil Brother. certamente ele iria trás do japinha que fez o jogo.
Não sabia da existência desse jogo até agora, mas concordo com o Rafz: esse jogo não merece ter repercussão nenhuma. Eu é que não vou sair falando dele por aí para que alguns curiosos, depravados ou não, queiram experimentar. Infelizmente, alguns fazem na ficcção o que gostariam de fazer na vida real. Para mim, não passa de apenas mais um de muitos infelizes jogos, e também sou feliz por usar meu livre-arbítrio para escolher não jogá-lo.
Milena,
não acha que só por este seu comentário: “Fora isso, a repercussão disso foi ridiculamente atrasada. No Twitter, até quem nunca pôs a mão em jogos comentou sem ter base nenhuma, só pra falar que quem joga é desocupado e tarado, como se só existisse isso.” a discussão sobre o assunto, uma defesa para a desmistificação do estereótipo do apaixonado por games já não é válida? Tardia ou não?!
Lido com fetiches diariamente, os mais estranhos possíveis e nem por isso acho mais ou menos normal nada. Tudo depende do julgamento de cada um, dos valores, da cultura. É algo pessoal, mas… Vivemos em sociedade e precisamos de algumas regrinhas sociais para viver e conviver.
Ignorar ou minimizar os efeitos que o jogo possa causar (não afirmo que cause) em sociedades tão diferentes como Japão e Brasil é meio leviano. É cultura do “deixa pra lá” sim! É um alerta, é válido e é necessariamente discutível. Até mesmo para que haja este tipo de debate, como eu disse antes, informativo e desmistificador.
Cheguei a pensar em fazer um post sobre o assunto, mas como bem disse Rafz: “Quanto mais for falado sobre ele, mais aguçada ficará a curiosidade das pessoas.” E como eu disse antes, cada um só responde por si nunca pelo outro, já que tudo depende de julgamentos e valores pessoais, não é mesmo?
Beijos.
B.
@B.
Nem precisa falar nas regras da sociedade; apenas acho que o jogo não afeta a índole da pessoa ADULTA que joga.
Ao contrário da sua opinião, não se trata de “deixa pra lá”. Trata-se do que eu quero ou não falar no meu blog, mesmo. Não vou ficar alheia a algo que está na boca do povo, mas também não acho que seja motivo de tanto alarde.
Se o jogo vai pra crianças, se está nos camelôs, a questão é cultural brasileira. E o debate poderia ser esse, sim, como poderia ser o das pessoas que falam de nós, gameiros, sem nem saber do que se trata.
De qualquer modo, como jogadora, considero que seria melhor suscitar esses tipos de debate e colocar o jogo como exemplo, e não partir do jogo pra tratar esses assuntos, que pra mim são muito maiores e deveriam ter o destaque.
Beijos! E obrigada pela visita! :)
Se produzem esse tipo de jogo é porque tem uma demanda pra isso. E isso é preocupante. Em uma análise mais profunda, acaba confirmando o que qualquer pessoa que em sã consiência ja sabe: a violencia está banalizada. Creio que esse tipo de violência comercializada é bem diferente de um Quake ou de um Unreal da vida, que é algo lúdico. Quando um jogo entra no terreno da simulação, as coisas podem ficar feias, dependendo qual for a temática do jogo.
ahhh gente perae isso não tem nada a ver …isso é jogo pra adulto deixem de ser feministas virtuais demais. quem fez o jogo expressou uma realidade que EXISTE ,
DESDE QUE NAO SEJA JOGADO POR MENORES (CRIANÇAS )
acho normal situaçõe s da vida real serem abordadas em jogos seja quais forem elas
isso mostra que temos opções a serem escolhidas , vai da cabeça de cada um se deixar
influenciar por um jogo desses , afinal jogos são simplesmente jogos e cada um faz o que quer da sua vida, pra isso existem leis (E JOGAR PC NÃO É CRIME).
Todos têm razão, admito. Todos pontos de vista é válido. Acredito que quem quiser jogar, vai jogar, quem não quiser, não vai (obviamente).
Mas acredito também que, se uma pessoa se influenciou pelo jogo e algo mudou nela e essa pessoa passou a achar estupro uma coisa “maneira”, então o problema é outro. Essa pessoa vai assistir Big Brother e achar que relacionamento humano é um jogo. Ou ver uma propaganda de cigarro e fumar porque vai ficar mais “cool”.
Não adianta esconder as coisas. Tudo de podre está ao nosso redor a todo momento. Basta acessar a internet e escrever “zoo”. Vai aparecer um monte de torrents sobre zoofilia.
É por isso que acho legal haver críticas sobre o jogo. Assim, a pessoa cabeça oca que citei acima vai ler as críticas e pensar 2 vezes.
Acredite se quiser, mas existe MUITA gente que não sabe pensar por si próprio.
Publiquem o jogo! Mas publiquem também as críticas!
Fui muito simplista? )-:
A existência de um jogo como esse só me faz acreditar mais e mais que os valores do ser humano se perderam. Concordo em partes com a Milena e o Leo quando dizem que ” quem quizer jogar vai jogar e quem não quizer não jogará.” Porém discordo quando defendem ” que a pessoa adulta não sera afetada por ele.” Tudo bem que o abuso sexual e a pedofilia são uma realidade social, mas daí a criar jogos que façam apologia a eles é sim um problema. As pessoas deveriam botar a mão na consciência e avaliar que isso é um absurdo. Enquanto a não ser administrado por crianças é inevitavel que aconteça. É nessa fase que o individuo começa a formar seu caráter e participando de um jogo desses poderá sim ser influenciado por ele. E se a pessoa adulta começa a experimentar algo que antes era visto como um absurdo e agora pode ser feito virtualmente e de graça passará a achar normal podendo tomar ate gosto pela coisa. Faz parte do ser humano. Estamos sujeitos a sermos corrompidos. As pessoas que compactuam com esse jogo concerteza nunca foram vitímas desse caos.
Eu não cheguei a ver o jogo e na verdade sou nova neste blog, mas acho que no mundo existe de tudo e nem por isso resolvemos fazer TUDO!!! Entendem? Acho que a opinião de muitos que falaram estão certos, joga quem qué!!!!
eu acho muito esses jogos
Pessoal, tem gente que já falou isso: que esse jogo prova que o ser humano é maaaaal.
Quando a Bíblia diz que todos são pecadores, totalmente depravados e merecedores da ira eterna de Deus, todo mundo faz uma cara assim -.- e faz de conta que “não, eu sou uma pessoa boa, não preciso de alguém que morra por mim, porque eu não fiz nada.” Não se engane, todos são pecadores [fazem coisas más e se orgulham de coisas boas], merecem ir pro inferno e precisam se arrepender, crer no Evangelho e deixar de ser rebeldes contra Deus.
Nós ocidentais sempre metrendo o bedelho onde não fomos chamados, o rapelay para começo de conversa não era nem para ter sido exportado para o ocidente era para ter seu comercio apenas em territóri japonês, por que? Por isso não temos metade da cultura deles ocidentais ,por mais q me vá doer a alma em dizer isso, apenas importam valores dessa tal globalização q vem dos supostos desenvolvidos. E depois dão suas opiniões, melhor criticam. Não é no Jappão q vc vê atentado de atirador louco q mata todo mundo em colégio e nas ruas tipo GTA (outro jogo de conteúdo que tenha paciência o q dá na kbça de alguém em criar esses jogos) vc vê isso é nos EUA o maior exportador de culturra do mundo desde políticas monetárias do secúlo passado como Big Stick ao AMerican Way of Life e a Disney com todas suas criações mirabulantes. Antes de falar de valores loucos q esses “japas” tem pensem nos nossos valores “ocidentais” estamos tomando conta deles sem antes resolver o nosso. Nossa politica, a visão q o mundo tem do Brrasil tbm não é nada boa filmes como Turistas, retratam isso. Quanto ao Rapelay eles jogam pq têm controle do q estam fazendo. O grande erro do Rapelay foi ter saído do Japão já temos nossos problemas não prescisamos q nossos filhos viciados em jogos, internet, açucar, MCdonnald’s e todos os produtos do mass media. Tenham mais uma ferramenta de confusão nessas cabeças confusas.
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fui…
90% dos atiradores e estupradores são religiosos.
O jogo foi publicado para o mercade japonês especificamente, sendo que a produtora não o exportou nem planejava tal, a iniciativa veio da amazon.com. A questão abordada entre o público ao qual foi destinado não deveria se relevar a ética e moral: os japonêses também detestam estupro, mas sim na compreenção do mercado com relação ao que é um jogo e o que é real.
Se alguém é influenciado por esse ou qualquer outro jogo, a culpa não se encontra no jogo em si, a pessoa apresenta um óbvio disturbio mental, afinal como o próprio Froid explica: todos seres humanos tem desejos, socialmente aceitos ou não, e dentro da necessidade de vivência numa sociedade seu superego e senso de auto-preservação acabam por surpimir tais desejos, quem se influencia por esse jogo é literalmente doente, mas tal pessoa está igualmente propensa a outros surtos…
Não posso realmente dizer que apoio esse gênero, mas é exatamente um jogo, se alguém com propensão a pedofilia/estupro jogá-lo a única função do jogo vai ser entrerte-lo, não gerar uma ação real. Igualmente, é debatível quão ético é a criação do jogo, porém é fútil tentá-lo: cada um tem seu próprio código moral e de conduta, se o jogo for ilegalizdo que a assim seja, mas do contrário que jogue quem quiser.
Não é errado debater o jogo, mas é fazer tempestade num copo da água, porque não estão reclamando do Paquistão, onde há uma lei que dita o estupro de uma mulher por 40 homens caso ela recuse um casamento? Isso sim é relevante.
Fui.
Estou fazendo uma pesquisa sobre sexualidade e fiquei chocada com alguns comentários… Um cidadão ali em cima até mencionou “deixem de ser feministas virtuais…” Meu Jesus! Agora nem podemos nos sentir ultrajadas, humilhadas com situações desse tipo??? Onde estão nossos direitos? Realmente a violência foi banalizada e não só isso, o respeito pela vida e neste caso, o respeito pela cidadania da mulher está banalizada.
Discordo quando disseram que “é melhor deixar pra lá…”, o que eu mais quero é que se faça barulho e esse tipo de “jogo” monstruoso seja censurado.
Precisamos não apenas de “regrinhas sociais” para viver, mas tb vergonha na cara e uma boa dose de humanidade.
Mulheres, vamos lutar! E por causa dessa passividade e indiferença que nós mulheres vivemos tantos séculos subjugadas! Tenho certeza que se o jogo fosse uma simulação do holocausto onde o objetivo fosse matar judeus ou se fosse um jogo chamado “Kan Klux Kan” onde negros fossem dizimados, algo já teria sido feito imediatamente… A ONU e toda e qualquer organização dos direitos humanos já teriam feito alguma coisa.
Mas como se trata de mulheres, eles “deixam pra lá…”
Tenho nojo de tudo isso!
polemica estúpida fomentada por quem se vale de pretextos como este para aparecer.
críticas ao jogo nos paises desenvolvidos são descabidas
e desproporcionais, por se tratar de um jogo e
imorais por buscar cercear liberdade com a velha justificativa
de “prevenir” crimes q possam eventualmente ser cometidos devido
a influencia de uma obra. num país como o brasil, em q permitimos tanta
ignorância, miséria, violência e falta de perspectivas a nossos concidadãos,
é o cúmulo do cinismo e da hipocrisia fazer qualquer comentário, ou pelo
menos seria se tívéssemos discernimento e coerência.
p.s. adoro minha mãe, minha irmã, minhas sobrinhas, amo e protejo as mulheres,
mas não tolero autoritarismo e censura muito disfarçado de moralismo.
“Eles curtem jogos bizarros, vai fazer o quê?”
Reclamar? Debater?
Ainda mais sobre uma coisa que ACONTECE.
Sugiro a leitura deste post: http://whothehelliscely.wordpress.com/2009/08/06/o-meu-brainstorm-da-pornografia/