Não sei se um dia terei a possibilidade de fazer viagens internacionais pra cobrir eventos de games. Eu não trabalho mais na editoria de games da Digerati, e sim no marketing, o que reduz ainda mais minhas possibilidades. Por isso toda vez que tem um evento minha veia gamística coça e eu tenho vontade, muita vontade de estar lá. Quem sabe um dia…
Deixando o lero-lero de lado, a PCWorld fez um resumão com as melhores e as piores coisas da GDC deste ano. Eu enumero as minhas preferidas, a seguir:
1) OnLive: presente de Deus ou de grego?

Já pensou jogar Crysis, o tão famoso jogo que requer um PC de ferro, no seu 486 (brinks :)? É isso que o OnLive permite, desde que você tenha uma boa conexão de banda larga, c om 4 MB ou mais. Essa foto mostra o hardware dedicado do sistema, pra quem não tem computador e quer jogar direto na TV. A equipe diz que isso é possível por grandes servidores que vão fazer streaming dos jogos em alta resolução e mandar pro seu computador, na sua casa. E já tá acontecendo. Cheira a milagre, mas os sete anos de dedicação da equipe valeram. Quando todo mundo jogar, vai ter servidor que aguente? Sei não…
2) Nintendo Wii com cartão SD: a dream come true
Pra você passar todo o conteúdo da Wii Shop, gravar seus saves, fazer downloads de extras de jogos e puxá-los direto do card, com até 64 GB. E também para mais pirataria do que a que já existe. :)
3) Os brindes. E que brindes!

Pega os brindes dessa foto. Eu quero TODOS! A privadinha do Duke Nukem portátil, a camiseta de Space Invaders, o faceplate de Dexter pra iPhone! LUXO!
Menção Honrosa: CryEngine 3 para videogames
A Crytek finalmente mostrou a sua engine de jogos para os consoles PS3 e X360. Com ela, essas plataformas poderão exibir gráficos e física avançados, semelhantes aos do Crysis, mesmo que os PCzistas não acreditassem que isso fosse possível nesta geração. A engine parecia ainda estar em fase inicial de desenvolvimento, mas é bastante promissora. Vejam clicando aqui.


